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terça-feira, 12 de agosto de 2014

O PARQUE SHOPPING MACEIÓ TAMBÉM TEM ATITUDE SUSTENTÁVEL

Olá, queridos alunos!

Achei bastante pertinente vir aqui para mostrar a vocês que a sustentabilidade no aspecto empresarial, preocupada com as questões ambientais, também pode ocorrer em situações muito próximas a nós, sendo proporcionadas com iniciativas não muito grandiosas. 

Observem as imagens a seguir: elas foram tiradas no Parque Shopping Maceió, levando os maceioenses a, por meio de simples práticas e um pouquinho de boa vontade e investimento do empreendimento em questão, refletir e fazer acontecer realmente a proteção ao meio ambiente. Confiram!


"2 FOLHAS DE PAPEL TOALHA SÃO SUFICIENTES PARA SECAR AS MÃOS.
EVITE DESPERDÍCIOS."


"REAPROVEITAMENTO DE ÁGUA:  
O PARQUE SHOPPING DISPÕE DE UMA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO (ETE) PRÓPRIA, CUJO SISTEMA DE REUSO DESTINA AS ÁGUAS PARA IRRIGAÇÃO."


"UTILIZAR TORNEIRAS AUTOMÁTICAS REDUZ O DESPERDÍCIO DE ÁGUA."


Parabéns pelo incentivo ao Parque Shopping Maceió, e essa mesma preocupação e iniciativa podemos ter nas situações mais corriqueiras da nossa casa, basta querer!

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

GERAÇÃO DE DISTRAÍDOS

Olá, alunos! Umas das últimas postagens da disciplina de Português aqui neste blog foi o seminário feito pelos alunos de todas as turmas, mais especificamente os grupos que ficaram com a responsabilidade de falar sobre a importância da meditação para se viver mais e mais feliz. Tais apresentações foram um sucesso, porque ficou evidenciado cientificamente que nossa mente e nosso corpo precisam de um relaxamento que não advém apenas de uma boa noite de sono.
Confiram agora uma matéria maravilhosa, cujo título é "Geração de distraídos" e traduz exatamente o que foi debatido nas apresentações: precisamos relaxar nossa mente e entrar num estado de tranquilidade tal, que possa nos proporcionar a possibilidade de realizar atividades variadas, com foco e concentração. A matéria são as linhas que se seguem, e o link dela aparece logo em seguida:

GERAÇÃO DE DISTRAÍDOS


Começar e terminar uma tarefa é coisa do passado? Ouvir uma música até o final é sinal de resiliência? Foco é a palavra de ordem do momento: por mais ação e menos distração.
Não sei como é na sua casa, mas aqui a menor distância entre dois pontos não é uma linha reta. Se minha filha está na sala vendo TV e digo para ir escovar os dentes, no circuito entre sair do sofá e cruzar a porta do corredor, ela vai parar no quarto. Às vezes parece que há uma espécie de portal mágico que, ao ser ultrapassado, leva a pessoa para outra dimensão. Ana Bia simplesmente tem uma enorme dificuldade de focar e cumprir uma ordem sem se distrair. Criei até um jargão usado em momentos de pressa, quando peço algo e não tenho tempo de resgatá-la da dispersão: “Sem desvios!”.
 Eu achava que era uma característica particular, mas conversando com outras mães constatei que é um problema universal nas crianças de hoje: começar e não finalizar. O pijama é dobrado, mas não guardado. O jogo é montado (tabuleiros e peças), mas não jogado. O aplicativo é baixado e deixado de lado. Às vezes até mesmo uma frase fica incompleta no ar, em meio a pensamentos voadores. “O que eu ia falar mesmo?”, ouço com frequência. O que muito me assombra, afinal, problemas de memória não são típicos dessa idade.
 O analista de dados e blogueiro Paul Lamere, especializado em música e tecnologia, faz uma análise interessantíssima sobre o comportamento atual dos jovens. Nas palavras dele: “O botão de pular (Skip) é agora uma grande parte da experiência geral de escuta. Não gosta de uma música? Passe para a próxima. Nunca ouviu? Passe para a próxima. Já ouviu? Passe adiante. O Skip ainda desempenha um papel na forma como nós pagamos por música. Na maioria dos serviços de assinatura, se quiser a liberdade de pular uma faixa sempre que quiser, você precisa ser assinante premium, caso contrário será limitado a uma meia-dúzia de pulos por hora”. Ou seja, nem as canções estão sendo ouvidas até o final.
 Ele teve acesso a dados do Spotify, serviço de música digital, sobre o quão frequente as pessoas “pulam” de uma música para outra. Chegou a números impressionantes: 24,14% usam o botão “skip” nos primeiros 5 segundos. Ou seja, mal começam a ouvir e já trocam. Aguentam até 10 segundos de uma mesma faixa, 28,97% e até 30 segundos, 35,05% dos ouvintes. E agora pasmem: 48.6 % (quase a metade!) dos usuários do site desistem da música antes dela acabar. E passam para a próxima. Segundo Lamere, os jovens adolescentes têm a maior taxa de “salto”, bem acima dos 50%.
 Estaremos todos viciados em novidades a ponto de não sabermos mais viver o momento? Qual a diferença entre olharmos freneticamente para todos os lados sem focar em nada e sermos cegos?
 É um círculo vicioso: a falta de foco gera o costume de fazer pela metade que gera a preguiça de fazer por inteiro e com qualidade. Resultado? Retrabalho. Perde-se o dobro do tempo para refazer algo que poderia estar pronto (e bem feito) logo da primeira vez. Outra consequência da ansiedade pelo que está por vir: uma constante insatisfação. Se a gente nunca termina nada, nada é fruto do nosso trabalho, logo, não temos do que nos orgulhar. Talvez por isso haja, na geração dos nossos filhos, essa sede por aplausos e elogios gratuitos. E nós os aplaudimos!
Segundo a chinesa-americana Amy Chua, em seu polêmico livro “O Grito de Guerra da Mãe Tigre”, a diferença entre mães orientais e ocidentais é que para as primeiras a infância é um período de treinamento e para as ocidentais, uma fase idílica onde deve-se deixar as crianças curtirem à vontade. Bem, não sou chinesa, mas adotei em parte o conceito do treinamento. No quesito ‘foco’, estou em plena campanha por melhorias aqui em casa. Ipad e TV ao mesmo tempo? Não pode. Tem mais de duas coisas pra fazer e não sabe por onde começar? Anote e siga a lista. Recebeu uma missão e sentiu impulso de desviar? Repita em voz alta o que é para ser feito e só silencie depois de cumprir.
Para não colocar pimenta apenas nos olhos dos outros, parei para observar a mim mesma. Quantas vezes, ao longo do dia, desfoco para dar uma conferida nas redes sociais e e-mails? Várias. Tudo bem, é instrumento de trabalho. Mas não tem desculpa, é distração igual: além das mensagens profissionais trocadas, em geral escorrego para dar uma olhada nos posts dos amigos, interagir, comentar. Quanto tempo do meu dia útil perco nessa distração? E do mês? Melhor ficar atenta. E não só cobrar, mas também dar o exemplo.
E na sua casa, como é?

Fonte: 

REAPROVEITAMENTO DE ALIMENTOS: ATITUDE SUSTENTÁVEL


Estudos mostram que 30% da produção mundial de alimentos é desperdiçada em razão da falha no cultivo, na colheita, no transporte, no armazenamento e na comercialização. No Brasil, toneladas de alimentos que poderiam ser aproveitadas por famílias carentes são jogadas fora todos os dias. Isso dá ao Brasil o título de “país do desperdício”.
A falta de conhecimento da população sobre as propriedades nutricionais dos alimentos é um dos fatores que levam ao desperdício. Além da conscientização sobre o desperdício dos alimentos, a população também precisa conhecer os alimentos que farão bem ou mal para a saúde.
A educação nutricional começa em casa, mas na escola o professor pode trabalhar com os alunos maneiras de se reaproveitar alimentos. Partes de alimentos e sobras podem ser reaproveitadas, tornando-se receitas novas e deliciosas, receitas estas bem experimentadas por turmas do Colégio Santa Úrsula – Maceió.
Há muitas maneiras de se reaproveitar e evitar o desperdício dos alimentos, basta conhecer o valor deles. Abaixo seguem algumas dicas de como podemos reaproveitar sobras de alimentos:
  •       O arroz que sobrou de uma refeição pode virar bolinhos, arroz de forno, risotos;
  •       O feijão que sobrou também pode virar tutu, feijão tropeiro, bolinhos, virado;
  •      Com a carne assada e a carne moída que sobraram é possível fazer croquetes, recheios de tortas, omeletes e pastéis, molhos;
  •       Pode-se aproveitar o leite que talhou fazendo um delicioso doce de leite.
  •      Outra forma de evitar o desperdício é utilizar as cascas, talos e folhas dos vegetais em receitas.
     Assim, o que você come não determina só sua saúde. A decisão de priorizar a agricultura local ou saber extrair tudo o que um ingrediente tem a nos oferecer poder ser o primeiro passo para tornar o mundo muito mais sustentável. Foi o que mostraram todas as turmas dos 8ºs anos, sob a orientação da profa. Marta Aragão.
   
   A imagem abaixo é referente à apresentação da receita "Casca de batata, sendo frita". Segundo Rafael Natário e Lucas Henrique (8º F), este alimento, além de eco sustentável, tem grande quantidade de vitamina - mais até que a de uma laranja -, mais fibras e potássio do que a batata inteira, que ajudam no metabolismo. Clique no link fornecido, para conferir uma das maravilhosas apresentações e sugestões de receitas do gênero.



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